Obina Vs Ronaldo

31/07/2009

Para toda uma reação, existe uma reação.

A torcida do Flamengo não quis Obina no Mengão.
Ronaldo, por sua vez, não quis jogar no Flamengo.

No domingo, os dois se encontram e…

  • Obina faz três gols e vira héroi do jogo —> torcida do Flamengo fica com dor de cotovelo;
  • Ronaldo se machuca —> a festa preparada pela torcida do Flamengo para o jogo do dia 8 é cancelada.

Na quarta-feira…

  • A torcida do Porco esgota as camisas do Ibrahimobina;
  • Ronaldo é operado e, de quebra, faz uma lipo.

Parabéns, Obina! A torcida do Flamengo te espera no final do empréstimo.

Parabéns, Ronaldo! A torcida do Flamengo quer distância de você.


Cliente Irrita Atendente da OI / Telemar

31/07/2009

Quem nunca passou por uma situação dessas na mão de algum call center?

Sempre temos que passar milhões de informações antes de nos atenderem, depois temos que passar os dados de novo para o atendente e, no final, eles nos transferem… É brincadeira isso…

Meu sonho é fazer isso um dia.


Antes e Depois

30/07/2009

Resolvi fazer um post bem gostosinho, daqueles que faz você esquecer do mundo (e de trabalhar, inclusive). É um post meio “Por onde anda?”/ “Será que o sujeito está velho?”/ “Será que aquela criancinha virou um adulto bonito ou feio?”, ou até mesmo “Será que morreu??”. Bem, como preferirem. Em outras palavras, resolvi “Googlar” crianças/ jovens famosos que andam meio sumidos do mapa (ou nem tanto) e descobrir como eles estão hoje em dia. Vamos ver no que deu essa bagaça:

Linda

Começo com a atriz Linda Blair, que ficou famosa ao interpretar a demoníaca Regan no filme O Exorcista. Após todo o sucesso que obteve, a carreira de Linda teria começado a declinar depois de seu envolvimento com álcool e drogas. Anos mais tarde, rolaram uns babados fortíssimos de que ela havia morrido, ficado louca, tetraplégica… enfim, é mentira. Linda, hoje com 50 anos, está vivinha da Silva e é ”miguxa” da Britney Spears (ca-cha-ça!). A Wikipedia informa que o último filme de Linda foi All is Normal, de 2006.

O pirralhinho Josué, de Central do Brasil (1998) – ou melhor, o ator Vinicius de Oliveira – hoje está com 23 anos e protagonizou o filme Linha de Passe em 2008.

Vinicius

Haley Joel Osment, a criança mais tchuqui-tchuqui do final da década de 90, não desapareceu do mapa, mas cresceu e perdeu todo seu tchuqui-tchuqui (eu acho =/). Ele está com 21 anos.

haley

Duda Little, ex-repórter mirim do Xou da Xuxa (e parceirinha dos Trapalhões), cresceu e quis continuar na profissão de Jornalista. E olha que ela nem precisava de diploma pra isso! ¬¬

Duda

Depois tem mais!


Novas webdoenças (by Kibontaumabosta):

30/07/2009

Para dar continuidade ao post de ontem sobre webdoenças, o Kibon lista agora os mais novos ”males” que acometem os internautas:

Vicio_InternetDeadkut: mania de olhar orkut de pessoas mortas. Sério, clique aqui e veja com seus próprios olhos.

Fakeholic: pessoa que cria perfis falsos no Twitter, no Orkut (seja para fingir que é uma pessoa famosa, seja para vigiar namorado(a))…

Twitterchat: transformar o twitter numa espécie de bate-papo, mesmo que se esteja conversando no msn, no gtalk…

Twitterholism: vício de tweetar sobre tudo, nada e qualquer coisa.

TT-maniac: Dedica horas do seu dia para conseguir levar determinado assunto ao “Trending Topics” do Twitter.

Lembra de mais alguma? Diz aí.


Funk do Robertão

30/07/2009

Não gosto do Bola nas Costas, mas dessa vez eles conseguiram me fazer rir. Acabei de ver esse vídeo no no Pisando na Bola (Sportv).

ÃO ÃOÃO SEGUNDA DIVISÃO!


#DeuMerda (2)

30/07/2009

E a polêmica continua. Ontem foi publicado, nesse blog, um artigo sobre o “bafafá” que vem acontecendo no twitter, envolvendo os humoristas Danilo Gentili (@DaniloGentili), do CQC, e Hélio de La Peña (@Lapena), do Casseta & Planeta. Agora foi a vez de outro integrante do bonde do CQC rebater as críticas do Casseta.

Rafinha Bastos (@rafinhabastos) em seu twitter:

Rafinha Bastos

Danilo Gentili (@DaniloGentili) postou uma edição antiga do Almanaque da Casseta Popular Nº2, 1986: (Clique na imagem para ampliar)

Essas piadas do ALMANAQUE CASSETA POPULAR - Nº2, 1986 - não incomodarão ninguém, pois não falam de jogador de futebol nem de King Kong.

Danilo Gentili: "Essas piadas do ALMANAQUE CASSETA POPULAR (...) não incomodarão ninguém, pois não falam de jogador de futebol nem de King Kong".

@Lapena se pronunciou sobre o assunto na terça, 28, em seu blog no portal da Globo.com. Destaquei alguns pontos interessantes.

“Há os que querem condenar quem faz piada com preto, há os que querem condenar quem reage a uma piada com preto. Sou contra proibir piadas, mas acho que a reação a elas deve ser encarada com naturalidade.”  

“Não tenho problemas com piadas de qualquer natureza, desde que elas sejam engraçadas. Não foi o caso. Quando a piada é boa, não cria constrangimento.”

“Associar o homem preto a um macaco não é novidade no anedotário e causa desconforto aos homens pretos.”

“Se alguma vez você sofreu discriminação racial, sabe o quanto isso é desagradável. Esta é a razão deste tipo de piada bater na trave.”

 

Não iria nem entrar na polêmica, mas hoje não aguentei. Vou deixar três perguntinhas no ar:

1) Será que o @Lapena não entrou na polêmica só para aparecer na mídia?

2) Será que ele entrou na polêmica pelo fato do @DaniloGentili ser do CQC, melhor programa humorístico da TV aberta? (Alguém ainda consegue assistir o Casseta & Planeta? Se sim, alguém ainda consegue rir?)

3) A Casseta Popular podia fazer piadas chamando uma mulher negra grávida de macaca? Isso é engraçado?

Qual a semelhança entre uma preta grávida e um carro com o pneu furado? Os dois estão esperando um macaco.

Qual a semelhança entre uma preta grávida e um carro com o pneu furado? Os dois estão esperando um macaco.

Tire suas próprias conclusões…


Aperta o Off*

29/07/2009
Você enviaria cartas em vez de e-mails? Trocaria o teclado do computador pelas “pretinhas” de uma máquina de escrever? Abriria mão do uso do celular? Pois há quem não pense duas vezes. Enquanto grandes empresas de tecnologia se preocupam em desenvolver produtos direcionados a uma sociedade sedenta por novidades, ainda há quem prefira “desligar o botão” da modernidade. Aos que nadam contra a maré da tecnologia, aparelhos de última geração não substituem o prazer de preservar antigos hábitos.
MirianGoldenberg

Mirian Goldenberg: "Muitos acabam gastando mais tempo com as máquinas do que com seres humanos"

Até mesmo entre os jovens, considerados experts quando o assunto é tecnologia, encontra-se quem seja adepto de práticas (quase) arcaicas. O estudante de Administração Murilo Rodrigues adora datilografar seus trabalhos em uma legítima Olivett Dora portátil, ano 1977, herança de sua mãe.

– Digitar no computador tem muitas facilidades, mas não há o charme da máquina de escrever – diz Murilo, que também não foi “fisgado” pelas vantagens oferecidas por câmeras de celulares ou máquinas digitais. Ele ainda desfruta de sua câmera analógica (Canon Prima), de 1999.

– Tanta tecnologia banaliza a arte de fotografar. Uma exposição de fotografia não causa as mesmas sensações que há dez anos – analisa.

Raoni: "O grande prazer pode ser até mesmo o estalinho do disco"

Raoni: "O grande prazer pode ser até mesmo o estalinho do disco"

Já aparelhos como IPod, MP3 e MP4 player ou, até mesmo, um simples CD-player não despertam interesse do músico e estudante de Jornalismo Raoni Sarraf (MouChoque). Amante da música, ele nunca foi fã dos CDs – “em toda minha vida, comprei, no máximo, 20” – e, desde a adolescência, coleciona vinis. Seu arsenal já ultrapassa a marca dos mil “bolachudos”. Além disso, Raoni possui três vitrolas e um gramofone, que podem rodar raridades de até 60 anos atrás.

– O grande prazer pode ser até mesmo o estalinho do disco – conta o estudante, para quem abaixar música na internet está fora de cogitação.

Alfredinho, do Bip Bip, detesta celular

Alfredinho, do Bip Bip, detesta celular

Em um país cujos dados da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) registram a estrondosa marca de mais de 150 milhões de celulares em uso, ainda existem pessoas que desdenham do aparelho. O comerciante Alfredo Melo, dono do famigerado bar Bip Bip, conta que, em seus 65 anos de vida, nunca foi proprietário de um celular.

– É uma loucura. Mal você atende e o sujeito já pergunta “onde você está?”. Não tenho nada contra quem usa, mas detesto ser amofinado com isso. Para ser sincero, me considero um ‘obsoleto tecnológico’, com muito prazer – diz.

Mirian Goldenberg, doutora em Antropologia Social e professora do Programa de Pós-Graduação em Sociologia e Antropologia do Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da UFRJ, acredita que as reações aos avanços tecnológicos fazem parte de uma sociedade que precisa sempre de novidades para se interessar por algo.

– É normal que algumas pessoas tenham certa resistência à imposição de coisas que não consideram tão necessárias, mas nem todos são assim. Eu mesmo resisti muito a ter computador, celular, máquina digital… Lógico que acabei aproveitando as vantagens destes aparelhos. No entanto, acho que existe uma verdadeira obsessão, e muitos acabam gastando mais tempo com as máquinas do que com seres humanos. Pode ser uma opção ter uma vida mais simples e, também, mais humana, sem tantas máquinas para atrapalhar – acredita.

Carta substitui e-mail

Duque Estrada: "O importante não é dominar a tecnologia, mas sim não ter medo dela"

Duque Estrada: "O importante não é dominar a tecnologia, mas sim não ter medo dela"

O último e um dos poucos e-mails enviados pelo videomaker Vicente Duque Estrada, 43 anos, continha a seguinte mensagem: “A partir de 2007, não venham me falar de coisas importantes por e-mail. De preferência, não me avisem nada pela internet. Tenho celular, que já é uma porcaria. Quem quiser falar comigo, me ligue”. Tal atitude, que pode parecer radical para alguns, tem explicação. Ele adora manter o raro hábito de escrever cartas.

– Ter a grafia em mãos é outra coisa. A letra diz se a pessoa está nervosa, calma ou ansiosa – acredita Vicente, que passou o hábito para os três filhos, dos quais dois moram na Itália e se comunicam sempre através de cartas.

A relação de Vicente com a tecnologia é, de fato, bem restrita. Ele, que realiza oficinas de vídeo em favelas do Rio, tenta passar aos alunos que informação e conhecimento são importantes, mas imaginação e criatividade nenhuma tecnologia substituirá.

– Fazemos um trabalho artesanal, no qual os próprios alunos constroem câmeras de papelão. Ali, eles aprendem a ter o olhar, discutir enquadramento, plano. Levam para casa e ainda estendem a discussão. O importante não é dominar a tecnologia, mas não ter medo dela – acredita.

*Matéria publicada na íntegra pela Jornalista Cristiane Costa (2006). Todos os direitos reservados!


#DeuMerda

29/07/2009

Muita gente acha que internet é um lugar onde você pode dizer e fazer o que bem entende, mas não é bem assim que a rede mundial de computadores funciona. O twitter já se transformou em uma das ferramentas mais utilizadas, porém, a cada dia, tem mais gente fazendo mau uso dela. Pessoas já foram presas, processadas, roubadas, perderam emprego, divulgaram número de celular… Cuidado!

@IzzyVideo teve um prejuízo grande depois que divulgou no twitter que estava viajando

@IzzyVideo teve um prejuízo grande depois que divulgou no twitter que estava viajando

Em junho, um estadosunidense teve sua casa roubada após  ”tuitar” o que estava fazendo:  “Nós viemos para Kansas City. Visitar a família de @noellhyman. Mal posso esperar para filmar alguns bons vídeos enquanto estamos aqui” .

Não foi provado que a casa dele foi roubada por causa da mensagem deixada no twitter, mas fica o aviso: não divulgue todo tipo de informação na rede.

Na Guatemala, em maio, Jean Anleu foi acusado de “promover pânico financeiro” no twitter. “Primeira ação real ‘sacar tudo do Banrural’ quebrar o banco dos corruptos” foi o tweet que levou Jean para a cadeia na Guatemala.

O acusado ficou preso por um dia e meio e foi liberado após pagar fiança de US$ 6,2 mil. Cerca de metade desse valor foi conseguido graças a doações de seus seguidores no twitter via PayPal. Para saber mais sobre o caso de Jean, clique aqui.

 "Primeira ação real 'sacar tudo do Banrural' quebrar o banco dos corruptos"

“Primeira ação real ‘sacar tudo do Banrural’ quebrar o banco dos corruptos”

No início do mês, o ator Bruno Gagliasso (@bGagliasso) se confundiu ao mandar uma DM (“Direct Mensage”) para o cantor Tico Santa Cruz (@Ticostacruz), e enviou um tweet para todos que o seguiam:

Ah se o Tarso sabe disso!

Ah se o Tarso sabe disso!

Assim que percebeu o erro, @bGagliasso apagou o tweet e postou: “Fiz m…tao me seguindo no cel…vou tirar o chipp, o chipp, chipp, chipp……”. Quando ele percebeu já era tarde e a M… já tinha sido feita.


Bruno Gagliasso

A polêmica do momento no mundo do Twitter foi criada a partir de uma mensagem enviada por Danilo Gentili (@DaniloGentili), humorista do CQC.

Danilo Gentili

Hélio de La Peña (@Lapena), integrante do Casseta & Planeta, entrou na discussão: Não tenho problemas com piadas de qualquer natureza, desde que elas sejam engraçadas. Não foi o caso. Quando a piada é boa, não cria constrangimento.”  Leia aqui o que @Lapena escreveu em seu blog sobre o caso.

@DaniloGentili disse a Folha de São Paulo que está disposto a pedir perdão a qualquer pessoa que se ofendeu sobre qualquer assunto em qualquer coisa que eu disse”.

 

Leia sobre outros casos sobre o twitter aqui e aqui.


Você Acredita em Alma Gêmea?

28/07/2009

Alma Gêmea

(Fonte:  TolicesdoOrkut)


Veganismo*

28/07/2009

Uma filosofia que protege os animais (inclusive o homem)

Passados mais de 120 anos do fim da escravidão, um outro movimento “abolicionista” chama a atenção de parte da população e revela crescente número de adeptos. Trata-se do veganismo ou, simplesmente, vegan (leia-se vegan, ou, em bom português, vegano) composto por vegetarianos estritos, cuja filosofia prega o fim da escravidão animal. São pessoas que não comem e nem vestem nada de origem animal. Ainda pouco conhecidos no Brasil, os veganos também abordam temas relacionados à saúde e ao meio ambiente, com o objetivo de proporcionar mudanças nos hábitos alimentares e criar um bem-estar físico e mental em seus praticantes.

– Veganismo não é dieta, mas um estilo de vida. A mensagem que queremos passar é a de que os animais não são nossos e é imoral que os escravizemos – explica o economista David Turchick.

Militante assumido pela causa dos animais, David já participou, ao lado de outros veganos, de polêmicas manifestações em vaquejadas, farras de boi e, até mesmo, em frente ao consulado da China (país onde o uso de pele de animais é excessivo) contra os maus-tratos e a violência aos animais.

 Manifestação contra Congresso Internacional da Carne realizada pelo VEDDAS (Vegetarianismo Ético, Defesa dos Direitos Animais e Sociedade), em 2007

Veganismo e militância: manifestação contra Congresso Internacional da Carne realizada pelo VEDDAS (Vegetarianismo Ético, Defesa dos Direitos Animais e Sociedade), em 2007

A estudante de Artes Rosana Antunes também é adepta do veganismo e militante ativa do movimento. Na manifestação em frente ao consulado chinês, ela chegou a ficar praticamente nua, com o intuito de representar um animal sem pele.

– A partir do momento em que deixei de ficar conformada com aquilo que estava a minha volta, passei a me envolver neste movimento. O veganismo veio só para dar coerência a tudo que eu já sentia. Afinal, como lutar pela libertação humana ao destruir o meio ambiente ou os animais? – questiona.

Fato é que, aos poucos, parte da população parece querer largar o velho hábito de se alimentar de carne. Pesquisa realizada pelo Instituto Ipsos, em 2006, mostrou que 28% dos brasileiros “procuram comer menos carne”. Nos Estados Unidos, um estudo realizado este ano pelo Vegetarian Resource Group (VRG) levantou dados interessantes. Com o objetivo de estimar o número de verdadeiros vegetarianos, o VRG

Manifestação Internacional Antipele realizada pela Vegan Staff.Org, este ano, em São Paulo

Manifestação Internacional Antipele realizada pela Vegan Staff.Org, este ano, em São Paulo

encomendou uma pesquisa online à agência Harris Interactive. Em números aproximados, 3% da população dos EUA são ovolactovegetarianos (vegetarianos que não consomem outros produtos de origem animal além de ovos e laticínios), sendo 1% vegano. É possível estimar então que haja entre seis e oito milhões de adultos vegetarianos nos Estados Unidos.

– O mundo precisa de uma reforma alimentar profunda. Detectar a predisposição à mudança facilita mostrar as implicações – à saúde, ao meio ambiente e ao sofrimento dos animais – de uma dieta centrada na carne – frisa a socióloga Marly Winckler, presidente da Sociedade Vegetariana Brasileira (SVB).

Embora alguns médicos afirmem que até hoje a ciência não provou que dietas ricas em gordura animal provoquem ataque cardíaco ou encurtem a duração de vida, a American Dietetic Association (ADA), que reúne os principais estudos científicos sobre vegetarianismo, aponta redução de 25% a 50% de incidência de cardiopatias em quem muda seus hábitos. Eric Slywitch, especialista em nutrição vegetariana e autor do livro Alimentação sem carne – guia prático, ratifica tal informação.

– A única deficiência mais prevalente de veganos em relação a onívoros é da vitamina B12 (a carência pode causar anemia e alterações neurológicas). As demais não se confirmam em estudos científicos, seja de proteínas ou de ferro. A B12 deve ser peiodicamente suplementada quando se excluem os derivados de leite e ovos – diz.

Além da melhora na qualidade de vida, os veganos têm um motivo extra para aderir ao movimento.

– Nossa comida é colorida, cheia de vida. Tornou-se um prazer cozinhar – garante Bianca Turano.

Aos veganos que ainda não possuem muita intimidade com a cozinha, resta uma opção. Frequentar um dos restaurantes veganos ou vegetarianos da cidade, cuja disseminação é crescente. Um dos mais famosos é o Vegan Vegan, em Botafogo. A chef Thina Calleri e a gerente Brisa Calleri (mãe e filha) comemoram o sucesso do negócio.

– O prato vegano, além de saudável e bonito, tem um tempero muito mais caprichado – garante Thina, vegana convicta há 28.

“Cada pessoa tem o direito de saber onde e como suas escolhas interferem para optar pelo consumo consciente e sem crueldade” – Nina Rosa, diretora do instituto que leva seu nome, responsável pela produção de documentários chocantes (e realistas) como A carne é fraca (2004)

“Cada pessoa tem o direito de saber onde e como suas escolhas interferem para optar pelo consumo consciente e sem crueldade” – Nina Rosa, diretora do instituto que leva seu nome, responsável pela produção de documentários chocantes (e realistas) como A carne é fraca (2004)

Dicas:

Saiba mais sobre defesa animal, consumo sem crueldade e vegetarianismo no site do Instituto Nina Rosa;

Conheça: o restaurante Vegan Vegan, em Botafogo (RJ).

*Matéria publicada na íntegra pela Jornalista Cristiane Costa (2006). Todos os direitos reservados!


Loucos por Arte*

27/07/2009

“Estou vivendo no mundo de hospital/ Tomando remédios de psiquiatria mental/ Hadol, Diazepan, Rohypnol, Prometazina/ Meu médico não consegue me tornar um cara normal/ Me amarram, me abrigam, me sufocam num quarto trancado/ Socorro, sou um cara normal, asfixiado”

Quem lê os versos acima pode pensar que saíram da mente de um louco amarrado em uma camisa de força, que clama por ajuda. Mas quando nos deparamos com Hamilton Assunção seguro e à vontade em cima do palco, ao lado dos companheiros da banda Harmonia Enlouquece (o trecho é da música Sufoco da Vida), percebemos o quanto a cultura é importante no tratamento de distúrbios mentais.

hamilton

Hamilton Assunção

Hamilton, no jargão atual, é considerado um usuário de serviços de saúde mental. Mas o compositor e vocalista da banda, criada em 2001, dentro do projeto Convivendo com a Música, do Centro Psiquiátrico do Rio de Janeiro (CRPJ), canta seus “devaneios musicais” em prol do grupo – formado por médicos e pacientes –, que já fez show no Canecão, tocou com artistas como Gilberto Gil e atualmente faz participações na novela “Caminho das Índias”, sendo Sufoco da Vida música-tema do personagem Tarso, interpretado por Bruno Gagliasso, que é portador de esquizofrenia.

– A cultura é algo avassalador dentro de mim. Com a música, transmito minhas particularidades – resume Hamilton.

Tais projetos visam, entre outras questões, mudar o triste quadro de internações e métodos agressivos que, embora tenham diminuído desde a reforma psiquiátrica, na década de 80, exigem criatividade da classe médica para inserir os pacientes em atividades culturais e livra-los de tratamentos dolorosos.

– A principal reforma psiquiátrica a ser feita é retirar de vez o paciente da passividade e criar um espaço em que ele possa existir com a diferença e contribuir com sua experiência de vida – frisa o psiquiatra Francisco Sayão, diretor do CPRJ e também guitarrista e backing vocal do Harmonia Enlouquece.

Nise, a psiquiatra rebelde

Se há um nome que serve de referência a pessoas que trabalham pela inserção social de portadores de distúrbios mentais, este nome atende por Nise da Silveira. A médica ficou conhecida por lutar por técnicas de tratamento que evitassem, ao máximo, o sofrimento das pessoas com transtornos mentais. Exemplo disso foi a criação da Casa das Palmeiras (atualmente em Botafogo) que, diferentemente dos hospitais da época, tinha a proposta de não internar os pacientes, mas trata-los com liberdade de ir e vir.

Nise trabalhou no Centro Psiquiátrico Nacional (CPN), no Engenho de Dentro (hoje Instituto Municipal Nise da Silveira), onde, rebelde, discordava das técnicas então usadas (eletrochoque, choque de insulina, de cardiazol e lobotomia). Decidiu, então, atuar no setor de terapia ocupacional, único no hospital em que não tinha de lidar com esses métodos – até então, esse tipo de terapia consistia praticamente em usar os pacientes dos hospitais psiquiátricos como serviçais.

Foi dentro do CPN que Nise fundou uma das instituições que mais marcaram sua carreira: o Museu de Imagens do Inconsciente, criado a partir das obras produzidas pelos esquizofrênicos que participavam da Seção de Terapêutica Ocupacional.

– A doutora Nise sempre esteve à frente do seu tempo. Ela inseriu uma forma de tratamento que não era a velha e dolorosa fórmula de hospitais psiquiátricos – observa Luiz Carlos Mello, diretor do museu.

Nise procurava definir de forma poética aquilo com que trabalhava. Chamava de “emoção de lidar” a terapia ocupacional e a esquizofrenia de “inumeráveis estados do ser”.

“Os loucos são considerados comumente seres embrutecidos e absurdos. Custará admitir que indivíduos assim rotulados sejam capazes de realizar alguma coisa comparável às criações de legítimos artistas, que se afirmem justo no domínio da arte, a mais alta atividade humana.”" width="207" height="250" /></dt><dd class="wp-caption-dd">“Os loucos são considerados comumente seres embrutecidos e absurdos. Custará admitir que indivíduos assim rotulados sejam capazes de realizar alguma coisa comparável às criações de legítimos artistas, que se afirmem justo no domínio da arte, a mais alta atividade humana.”

“Os loucos são considerados comumente seres embrutecidos e absurdos. Custará admitir que indivíduos assim rotulados sejam capazes de realizar alguma coisa comparável às criações de legítimos artistas, que se afirmem justo no domínio da arte, a mais alta atividade humana.” - Nise da Silveira

Dicas:

Visite: o Museu de Imagens do Inconsciente;

Assista: “Estranho no Ninho” (“One Flew Over the Cuckoo’s Nest”), filme de 1975, do diretor Milos Forman;

Ouça: Conheça mais sobre a banda Harmonia Enlouquece.

*Matéria publicada na íntegra pela Jornalista Cristiane Costa (2006). Todos os direitos reservados!


Ladrão “Ninja”

26/07/2009

Preciso comentar algo?


Força Felipe!!!

26/07/2009


Cantinho do Céu

24/07/2009
Ê, lá em casa...

Ê, lá em casa...

Não querendo ser esnobe, mas já sendo: eu conheço um boteco bom de verdade que vocês provavelmente não conhecem. Vamos por partes: por que boteco “bom de verdade”? Como frequentadora assídua de bares, posso dizer que é difícil encontrar um lugar sem frescurinhas, com preço bom, TV a cabo, limpeza do banheiro dentro da normalidade, quitutes gostosinhos e – a melhor de todas: lá, me sinto completamente em casa. Não apenas por ser praticamente a “extensão” da minha casa (fica na Tijuca). Da localização, numa rua arborizada e sem saída (eba!), até os fregueses de carteirinha… tudo é favorável e deixa o ambiente tranquilo, familiar, acolhedor e também muito animado.

Mal chegamos, os garçons – não necessariamente simpáticos, mas que já nos conhecem – vêm com a primeira e mais esperada pergunta: “Quer uma Brahma?” Que maravilha! Ponto pro bar. E vem gelada, hein? Importante.

E tem umas figuras lá que só vendo pra crer…  o sósia do locutor Silvio Luis, o Chinês Mafioso, que religiosamente deixa três dedos de cerveja (sempre) e o cara que torce uma árvore inteirinha para sentir o cheiro da folha (deve ser um tipo de TOC… porque ele faz disso um ato contínuo).

Enfim, não vou me alongar muito nesse post porque, depois de falar tão bem do boteco, vocês devem estar esperando o endereço. Mas se eu divulgar vira bagunça, né não?

E assim a grande máquina do mundo dos negócios continua a girar… e, enquanto o Bar das Quengas anda vacilando (é vigilância sanitária fechando as portas, garçom tratando mal a clientela, conforme noticiamos no primeiro post desse blog), outros vão se destacando, como é o exemplo do Cantinho do Céu (ops, esse é o nome)…


Cartão Fidelidade

19/07/2009

Traficantes do Morro dos Macacos criaram um cartão fidelidade. O usuário que adquirir 10 papelotes de pó ou 5 de maconha, leva um grátis. A promoção não é válida para crack, já que os usuários de crack são descontrolados.

O que mais está faltando?

O que mais está faltando?

Fonte: O Dia Online


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