
Ê, lá em casa...
Não querendo ser esnobe, mas já sendo: eu conheço um boteco bom de verdade que vocês provavelmente não conhecem. Vamos por partes: por que boteco “bom de verdade”? Como frequentadora assídua de bares, posso dizer que é difícil encontrar um lugar sem frescurinhas, com preço bom, TV a cabo, limpeza do banheiro dentro da normalidade, quitutes gostosinhos e – a melhor de todas: lá, me sinto completamente em casa. Não apenas por ser praticamente a “extensão” da minha casa (fica na Tijuca). Da localização, numa rua arborizada e sem saída (eba!), até os fregueses de carteirinha… tudo é favorável e deixa o ambiente tranquilo, familiar, acolhedor e também muito animado.
Mal chegamos, os garçons – não necessariamente simpáticos, mas que já nos conhecem – vêm com a primeira e mais esperada pergunta: “Quer uma Brahma?” Que maravilha! Ponto pro bar. E vem gelada, hein? Importante.
E tem umas figuras lá que só vendo pra crer… o sósia do locutor Silvio Luis, o Chinês Mafioso, que religiosamente deixa três dedos de cerveja (sempre) e o cara que torce uma árvore inteirinha para sentir o cheiro da folha (deve ser um tipo de TOC… porque ele faz disso um ato contínuo).
Enfim, não vou me alongar muito nesse post porque, depois de falar tão bem do boteco, vocês devem estar esperando o endereço. Mas se eu divulgar vira bagunça, né não?
E assim a grande máquina do mundo dos negócios continua a girar… e, enquanto o Bar das Quengas anda vacilando (é vigilância sanitária fechando as portas, garçom tratando mal a clientela, conforme noticiamos no primeiro post desse blog), outros vão se destacando, como é o exemplo do Cantinho do Céu (ops, esse é o nome)…
Publicado por Cris Costa 






